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Significado Psicológico das cores

A reação do indivíduo à cor é uma maneira particular e subjetiva e relacionada a vários fatores. Entretanto os psicólogos estão em comum acordo quando atribuem certos significados a determinadas cores que são básicas para qualquer indivíduo que viva dentro de nossa CULTURA.

A cor está muito ligada aos nossos sentimentos, ajudando-nos em nossas atividades e influenciando em nossa sociabilidade, introversão e extroversão (LACY 1989).

Branco – ordem, simplicidade, limpeza, bondade, pensamento, juventude, otimismo, paz, pureza, inocência, dignidade, afirmação, modéstia.

Violeta – Fantasia, mistério, eletricidade, dignidade, justiça, grandeza, calma, misticismo, espiritualidade e delicadeza.

Vermelho – dinamismo, força, energia, movimento, coragem, furor, esplendor, intensidade, paixão, poder, vigor, glória, calor, ação, emoção, alegria, comunicação e extroversão.

Laranja – força, luminosidade, dureza, euforia, energia, alegria, tentação, prazer, senso de humor.

Amarelo – iluminação, conforto, alegria, esperança, idealismo, espontaneidade, euforia, originalidade e expectativa.

Azul – espaço, viagem, verdade, sentido, afeto, intelectualidade, paz, advertência, serenidade, infinito, meditação, confiança, amizade, amor, fidelidade e profundidade.

Preto – mal, miséria, pessimismo, sordidez, tristeza, frigidez, desgraça, dor, temor, negação, melancolia, opressão, angústia, renúncia e intriga.

Cinza– tédio, tristeza, decadência, velhice, desânimo, seriedade, sabedoria, passado, pena, aborrecimento, carência.

Há ainda, uma pesquisa muito interesante, feita pelo psicólogo Bamz, que alia o fator idade à preferência que o indivíduo manisfesta por determinada cor.  Segundo Bamz:

Vermelho: corresponde ao período de 1 a 10 anos – Idade de efervescência e da espotaniedade.

Laranja: corresponde ao período de10 a 20 anos – Idade da Imaginação, excitação, aventura

Amarelo: corresponde ao período de 20 a 30 anos – Idade da força, potência, arrogância

Verde: corresponde ao período de 30 a 40 anos – Idade da diminuição do fogo juvenil

Azul: corresponde ao período de 40 a 50 anos – Idade do pensamento e da Inteligência

Lilás: corresponde ao período de 50 60 anos – Idade do juízo do misticismo, da lei

Roxo: corresponde ao período além dos 60 anos – Idade do saber, da experiência e da benevolência.

De fato, os adultos idosos preferem tonalidades escuras. Pesquisas comprovam que a preferência dos adultos é para o azul e o verde; acrescentando também o vermelho, como reminiscência do seu primeiro período, o infantil.

Uso das cores em terapia

A Cromoterapia é uma ciência que usa a cor para estabelecer o equilíbrio e a harmonia do corpo, da mente e das emoções. Utiliza a vibração das cores visíveis do espectro solar para reutarar o equilíbrio fisíco-energético em áreas do corpo que apresentam alguma disfunção. As propriedades terapêuticas de cada cor vão agir nos campos energéticos que chamamos de Chakras, corrigindo e reativando o campo vibratório celular.

A cromoterapia tem como princípio  que O ser humano e a natureza necessitam da luz do sol para viverem. Sem luz não há vida e dessa maneira , o homem e a natureza recebm luz solar e esta se decompõe em ste raios principais que são distribuídos por todo nosso corpo. Se houver desequilíbrio dessas cores, as doenças refletem-se no nosso corpo e adoecemos.

Para cada pessoa deverá se feita uma sensibilização diferente, pois a cor deverá combinar com as cores dessa pessoa. Portanto, não há cor melhor ou pior, mais nobre ou menos nobre, o que pode haver é a cor errada para determinado momento.

Vermelho: ativador da circulação e sistema nervoso (não utilizado)

Rosa forte: Age como desobstruidor e cauterizador das veia, vasos e artérias e eliminador de impurezas no sangue.

Rosa: Ativado, acelerador e eliminador de impurezas no sangue.

Laranja: Energizador e eliminador de gorduras em áreas localizadas.

Amarelo Forte: Fortificante do corpo, age em tecidos internos.

Amarelo: Reativador, desintegrador de cálculos, purificador do sistema e útil para a pelo.

Verde forte: antinfeccioso, anti séptico e regenerador.

Verde: Energia de limpeza, vaso dilatador e relaxante dos nervos.

Azul forte: Lubrificante das juntas e articulações.

Azul: Sedativo, analgésico, regenerador celular dos músculos, nervos, pele e aparelho circulatório.

Índigo: Anestésico, coagulante e purificador da corrente sanguinea. Limpa as correntes psíquicas.

Violeta: Sedativo dos nervos motores e sistema linfático, cauterizador das infecções e inflamações.

 
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Publicado por em 29/08/2011 em Estudo da Cor

 

Por ai…

Essa imagem eu produzi a partir de um poema escrito por minha tia-avó Maria Amorim ainda em vida. Essa foi uma forma de homenagea-la.

Essa torre foi construída no século XIX para servir à Estrada de Ferro D. Pedro II. Por ficar localizada em uma praça, era, portanto, a porta de entrada da cidade naquela época. Hoje, em meio a um conjunto arquitetônico no estilo clássio, a Praça da Estação (assim que conhecemos) é um dos principais prédios tombados da cidade de Juiz de Fora.

 
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Publicado por em 29/08/2011 em Imagens

 

O Mito da Caverna

Mito da caverna

O mito da caverna, também chamada de Alegoria da caverna, foi escrita pelo filósofo Platão, e encontra-se na obra intitulada A República (livro VII). Trata-se da exemplificação de como podemos nos libertar da condição de escuridão que nos aprisiona através da luz da verdade.

O mito

Imaginemos um muro bem alto separando o mundo externo e uma caverna. Na caverna existe uma fresta por onde passa um feixe de luz exterior. No interior da caverna permanecem seres humanos, que nasceram e cresceram ali. Ficam de costas para a entrada, acorrentados, sem poder locomover-se, forçados a olhar somente a parede do fundo da caverna, onde são projetadas sombras de outros homens que, além do muro, mantêm acesa uma fogueira. Os prisioneiros julgam que essas sombras sejam a realidade. Um dos prisioneiros decide abandonar essa condição e fabrica um instrumento com o qual quebra os grilhões. Aos poucos vai se movendo e avança na direção do muro e o escala, com dificuldade enfrenta os obstáculos que encontra e sai da caverna, descobrindo não apenas que as sombras eram feitas por homens como eles, e mais além todo o mundo e a natureza. Platão não buscava as verdadeiras essências da forma física como buscavam Demócrito e seus seguidores. Sob a influência de Sócrates, ele buscava a verdade essencial das coisas.

Interpretação

Platão referia-se aos seus contemporâneos, com suas crenças e superstições. O filósofo era qual um fugitivo capaz de fugir das amarras que prendem o homem comum às suas falsas crenças e, partindo na busca da verdade, consegue apreender um mundo mais amplo. Ao falar destas verdades para os homens afeitos às suas impressões, não seria compreendido e seria como tomado por mentiroso, um corruptor da ordem vigente. O mito da caverna é uma metáfora da condição humana perante o mundo, no que diz respeito à importância do conhecimento filosófico e à educação como forma de superação da ignorância, isto é, a passagem gradativa do senso comum enquanto visão de mundo e explicação da realidade para o conhecimento filosófico, que é racional, sistemático e organizado, que busca as respostas não no acaso, mas na causalidade. Segundo a metáfora de Platão, o processo para a obtenção da consciência abrange dois domínios: o domínio das coisas sensíveis (eikasia e pístis) e o domínio das idéias (diánoia e nóesis). Para o filósofo, a realidade está no mundo das idéias e a maioria da humanidade vive na condição da ignorância, no mundo ilusório das coisas sensíveis, no grau da apreensão de imagens (eikasia), as quais são mutáveis, corruptiveis, não são funcionais e, por isso, não são objetos de conhecimento.

Obs: Não me lembro se foi o professor que passou ou se eu tirei da internet, seja qual for, eu adoro!!!!!!!

 
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Publicado por em 29/08/2011 em Filosofia???

 

Imagem 2D

 

Algumas imagens que elaborei para as primeiras aulas de Imagem  2D no primeiro período de faculdade!!

 
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Publicado por em 11/07/2011 em Imagens

 

Círculo Cromático

O círculo cromático é representado por um círculo com 12 cores: três primárias, três secundárias (formadas pela mistura das primarias) e seis terciárias, criadas pelas misturas das primárias com as secundárias.
No âmbito artístico, normalmente são utilizadas como cores primarias o amarelo, azul (ciano) e vermelho, com as cores secundárias, laranja, violeta e verde, resultantes da mistura das cores primarias.

Misturando as cores primárias:

  • Amarelo com Azul = Verde
  • Azul com Vermelho = Violeta
  • Vermelho com amarelo = Laranja
 
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Publicado por em 25/05/2011 em Estudo da Cor

 

Contraste de Cores

É essencial para o estudo de cores, conhecer o diferentes tipos de contrastes que existem. É o contraste que diferencia uma coisa da outra. Em “Ensaio sobre a cegueira” , José Saramago descreve a angústia das pessoas que subitamente passam a enxergar apenas um enorme branco. A primeira personagem a sofrer dessa doença a princípio não se considera cega, pois, afinal, cegueira é sinônimo de escuridão. Mas logo se dá conta de que nada serve enxergar apenas um tom, sem se diferenciar as formas, as luzes, as sombras etc. Logo, assumem que essa ausência de contraste é ,sim, um tipo de cegueira.

O efeito de contraste é recíproco, já que afeta às duas cores que intervêm. Todas as cores de uma composição sofrem a influência das cores com as que entram em contato.

Existem diferentes tipos de contrastes:

1Contraste de saturação: É a justaposição entre matizes totalmente saturados. Basicamente, é o que nos faz distinguir e reconhecer cada tom individualmente. O contraste entre as cores primárias é tão forte quanto entre o preto e o branco. Quando as cores são separadas por uma faixa branca ou preta, o efeito é acentuado. O contraste pode se dar entre cores puras ou então pela confrontação destes com outros não puros. As cores puras perdem luminosidade quando se adiciona preto, e variam sua saturação mediante a adição do branco, modificando os atributos de calor e frieza.

Na esfera das cores, o núcleo é cinza e suas extremidades estão o branco e o preto.

Como exemplos de artistas que utilizam as cores como contraste de saturação podemos citar Piet Mondrian (foi um pintor Holandês e modernista. Participou do movimento artístico Neoplaticismo que refere-se ao movimento artístico de vanguarda, relacionado a arte abstrata. O Neoplasticismo defendia uma total limpeza espacial para a pintura, reduzindo-a a seus elementos mais puros e buscando suas características mais próprias), Wassly Kandinsky (artista russo e introdutor da abstração no campo das artes visuais) e Henri Matisse (foi um artista francês, conhecido por seu uso da cor e sua arte de desenhar fluida e original).

2 – Contraste de Luminosidade ou Contraste Claro-Escuro: Se produz ao confrontar uma cor clara ou saturada com branco e uma cor escura ou saturada de preto. É uma relação de diferentes luminosidades. O auge desse tipo de contraste é entre o preto e o branco. O azul e o amarelo também exemplificam bem esse tipo de contraste.

Uma obra que distingue bem esse tipo de contraste é as de Giovanni Baglione (foi um pintor do Barroco e historiador de arte Italiana).

3 – Contraste de Temperatura: Combinação entre os tons quentes e frios do círculo cromático. Neste tipo de contraste, intensificam-se as sensações térmicas motivadas pela justaposição de opostos. O que é frio parece mais frio; o que é quente parece mais quente. Quando duas cores quentes se sobrepõem, esfriam-se mutuamente.

Exemplo: Paul Cézanne (foi um pintor pós impressionista francês, cujo trabalho forneceu as bases da transição das concepções do fazer artístico do século XIX para a arte radicalmente inovadora do século XX. Ele foi a raiz do Cubismo, que é um movimento artístico que ocorreu entre 1907 e 1914 nas artes plásticas. O Cubismo tratava as formas da natureza por meio de figuras geométricas, representando todas as partes de um objeto no mesmo plano. A representação do mundo passava a não ter nenhum compromisso com a aparência real das coisas).

4 – Contraste de Complementares: Dá-se pelo confronto de duas cores opostas no círculo cromático. Duas cores complementares são as que oferecem juntas melhores possibilidades de contraste, embora resultem muito violentas visualmente combinar duas cores complementares intensas. Para conseguir uma harmonia convém que um deles seja a sua cor pura, e a outra esteja modulado com branco ou preto. Alguns pares de contraste apresentam algumas particularidades.

Como exemplo desse tipo de contrate está Jean Van Eyek (foi um pintor flamengo e fundador de um estilo pictórico do estilo gótico tardio, influenciando muito o Renascimento nórdico. Também foi um pintor igualmente caracterizado pelo naturalismo, imperando na sua obra meticulosos pormenores e vivas cores, além de uma extrema precisão nas texturas e na busca por novos sistemas de representação da tridimensionalidade, ou seja, a perspectiva).

5 – Contrate Simultâneo: É um processo fisiológico e está diretamente relacionado ao contraste de complementares. É o fenômeno segundo o qual nosso olho, para uma cor dada, exige simultaneamente a cor complementar, e senão der, ele mesmo a produz.

6 – Contraste Sucessivo:Também relacionado ao contraste de complementares e ao contraste simultâneo, é o fenômeno que ocorre quando o olho, após ser sensibilizado durante certo tempo por uma cor, produz sua complementar sobre uma superfície branca.

7 – Contraste de Quantidade ou Contraste de Extensão: Qualidade de cor é o termo usado para definir seu grau de pureza, portanto, esse é o contraste relacionado ao uso de cores mais ou menos saturadas. É a relação entre a extensão e a luminosidade de uma cor, alterando, com isso, sua força na composição. Para que elas possam ficar equilibradas dentro de uma determinada ordem, é necessário que elas se compensem mutuamente.

 
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Publicado por em 25/05/2011 em Estudo da Cor

 

Harmonia das Cores

As cores harmoniosas são aquelas que funcionam em conjunto ou justapostas, e que produzem um esquema de cores atrativo. O círculo cromático pode ser utilizado de forma a ajudar na escolha das cores e combinações harmónicas. Para trabalhar bem as harmonias, é sempre aconselhável conhecer alguns termos relacionados com a teoria das cores, como o conceito de tom, tonalidade, valor ou escala tonal, luminosidade e saturação. Relembrando, Matiz é o fator diferencial de uma cor para outra, ou seja, a cor pura. Tonalidade é a característica que define variantes de um tom ou matiz relacionadas com a sua saturação ou luminosidade, por exemplo, o verde amarelado e o verde azulado são diferentes tonalidades do verde. Grau ou valor de uma cor é o termo usado para designar o grau de claridade ou obscuridade de uma cor. É uma ordenação que permite a comparação entre as propriedades das cores.

As cores apresentam inúmeras variedades e podem se classificar em:

  • Cor geratiz ou primária: é cada uma das três cores indecomponíveis que misturadas em proporções variáveis produzem todas as cores do espectro.

  • Cor Complementar: são aquelas que são opostas umas as outras no círculo cromático passando pelo centro. Ex: amarelo é complementar ao violeta; o verde com vermelho; o azul com o laranja, etc.

  • Cor Secundária: são as cores formadas pela mistura de duas cores primárias.

  • Cor Terciária: é a mistura das cores primárias com as secundárias.

  • Cores Quentes: são o vermelho e o amrelo e as demais cores em que eles predominem.

  • Cores Frias: são o azul e verde e as demais cores em que eles predominem.

  • Cor Natural: é a coloração existente na natureza.

  • Cor Aparente ou Acidental: é a cor variável apresentada por um objeto de acordo com a luz e a influência de outras cores próximas.

  • Cor Induzida: é a coloração acidental de que se tinge uma cor sob a influência de uma cor indutora.

  • Cor Irisada: são as que apresentam fulgurações às cores espectrais. Ex: as asas de uma borboleta.

  • Cor Dominante: é a que ocupa maior área da escala em determinada relação cromática.

  • Cor Tônica: é a cor que sobressai em um sistema cromático.

  • Cor Intermediária: é a coloração que forma a passagem entre a cor dominate e a tônica.

  • Cor crua: é a cor que não apresenta graduações.

Harmonizar as cores é uma tarefa difícil e complexa, e todo colorista é um poeta. A maior dificuldade na harmonia reside no fato de as cores influenciarem-se mutuamente.

A harmonia cromática clássica é o resultado do equilíbrio entre cor dominante (que possui a maior extensão na composição), a cor tônica (coloração vibrante que dá tom ao conjunto, a cor forte) e a cor intermediária (meio termo entre a dominante e a tônica).

Existem três tipos de harmonia cromática:

  • Harmonia Consoante: é a combinação de cores onde há a predominância de uma única cor, ou seja, relaciona-se um conjunto de matizes próximas. Ex: vermelho, laranja, amarelo, verde, etc. Ex. Vista de Artes com Lírios, Van Gogh (1888).

  • Harmonia Dissonante: é a combinação de cores que utliza um conjunto formado por cores complementares. Ex. A Noite Estrelada, Van Gogh (1889).

  • Harmonia Assonante: caracterizado por múltiplas cores tônicas, mas que predominam as cores primárias. Ex. Gato Azul, Romero Brito.

A harmonia depende do equilíbrio, uma igualdade absoluta ou aproximada entre forças opostas.

Abaixo listarei alguns tipos de harmonias cromáticas:

  • Harmonia de Monocromáticas: Utiliza-se apenas de um matiz e sua variação de luminosidade .

  • Harmonia Complementar ou de Contraste: reúne as cores opostas no círculo cromático. Graficamente, é representada pelas cores situadas no diâmetro do círculo cromático e estabelecem entre si fortes contrastes.

  • Harmonia triádica ou de três complementares: é obtida por um triângulo equilátero inserido no círculo cromático. Dentre as tríades, a formada pelas cores primárias será mais forte. É possível também obter uma tríade a partir de um triângulo isósceles, deslocando as cores da base do triângulo para uma cor adjacente.

  • Harmonia Quadrática ou de quatro cores: é formada por um retângulo inserido no círculo cromático formado pela união de duas díades perpendiculares entre si.

  • Harmonia por saturação: é a soma de uma única cor às demais usadas, criando uma composição onde todas as cores são saturadas pela mesma cor.

 
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Publicado por em 25/05/2011 em Estudo da Cor